Aqui a repetibilidade aparece novamente, dessa vez por autores que divergem sua opinião sobre tal, mas levantam uma mesma tendência.
Domenico De Masi disse em 2000, no livro, "O ócio criativo", "A principal característica da atividade criativa é que ela praticamente não se distingue do jogo e do aprendizado, ficando cada vez mais difícil separar estas três dimensões que antes, em nossa vida, tinham sido separadas de uma maneira clara e artificial. Quando trabalho, estudo e jogo coincidem, estamos diante daquela síntese exaltante que eu chamo de "ócio criativo"". Seu foco era ressaltar a utilidade dessa aplicação.
Não com o mesmo foco, mas ainda na repetibilidade, a 1a geração da escola de Frankfurt, em especial Theodor Adorno, em suas críticas à indústria cultural, no final da década de 20, comenta os mesmos pontos.
Claro que é preciso descontar toda a rabugisse de Adorno, mas veja um resumo-comentário da série "Os pensadores" (1983) sobre o seu trabalho: 'O próprio ócio do homem é utilizado pela indústria cultural com o fito de mecanizá-lo, de tal modo que, sob o capitalismo, em suas formas mais avançadas, a diversão e o lazer tornam-se um prolongamento do trabalho'. Segundo Adorno, "só se pode escapar ao processo de trabalho na fábrica e na oficina, adequando-se a ele no ócio".
Lendo assim não parece quase plágio?? hehehehe
Por Marcela Ruas
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domingo, 30 de maio de 2010
Sobre a repetibilidade
Vou comentar aqui um tema que vejo recorrentemente (obviamente, e vcs em breve entenderão o porque) e vou chamar isso da "repetibilidade" dos temas de gestão.
Peter Drucker, em 1995, disse, em seu livro "Adapting to change": "We are in one of those great historical periods that occur every 200 to 300 years when people no longer fully understand the world anymore, and knowledge of the past is not sufficient to explain the future".
Em 2006, Otto Scharmer, em seu livro, "THEORY U: Leading from the Emerging Future Presencing as a Social Technology of Freedom", disse: "In working with leadership teams across sectors and industries, I realized that leaders could not meet their existing challenges by operating only on the basis of past experiences. I wondered whether there could be a deeper learning cycle based on one’s sensing of an emerging future, rather than on one’s past experiences".
Acho que já disse isso aqui, mas sabe o que, os conhecimentos não são novos. Os grandes gurus de gestão, os grandes pensadores da humanidade, refletem sobre os mesmos temas. Dizem várias e várias vezes as mesmas coisas, de formas diferentes. Acho que a gente é que às vezes não escuta... Ou não presta atenção.
Peter Drucker, em 1995, disse, em seu livro "Adapting to change": "We are in one of those great historical periods that occur every 200 to 300 years when people no longer fully understand the world anymore, and knowledge of the past is not sufficient to explain the future".
Em 2006, Otto Scharmer, em seu livro, "THEORY U: Leading from the Emerging Future Presencing as a Social Technology of Freedom", disse: "In working with leadership teams across sectors and industries, I realized that leaders could not meet their existing challenges by operating only on the basis of past experiences. I wondered whether there could be a deeper learning cycle based on one’s sensing of an emerging future, rather than on one’s past experiences".
Acho que já disse isso aqui, mas sabe o que, os conhecimentos não são novos. Os grandes gurus de gestão, os grandes pensadores da humanidade, refletem sobre os mesmos temas. Dizem várias e várias vezes as mesmas coisas, de formas diferentes. Acho que a gente é que às vezes não escuta... Ou não presta atenção.
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